segunda-feira, 7 de março de 2011

Bolo cremoso de Mandioca


Pensem em um bolo gostoso. É esse. Cremoso, sem farinha de trigo ou fermento químico. Saborosíssimo e quase que uma homenagem ao Brasil, origem desse tubérculo muito consumido aqui em Goiás. Quando eu encontrei essa receita no suplemento Cláudia Comida & Bebida, da revista Cláudia, quase não acreditei que daria certo, pelo fato de não precisar de fermento ou farinha de trigo. Mas resolvi arriscar. E quando vi o bolo crescendo e ficando douradinho no forno, não tive dúvidas, daria certo e muito certo.

Bolo de mandioca com leite de coco

1 xícara de leite
1 xícara de leite de coco
5 ovos
3 xícaras de açúcar
1 kg de mandioca descascada e picada
1 xícara de manteiga derretida

Modo de Fazer

Antes de tudo ligue o forno para aquecer a 200 graus. A parte mais difícil é picar a mandicoa. Para não errar na medida, pois ainda não tenho balança na cozinha, comprei um pacote de mandiocas já descascadas, com a medida certa. Antes disso, sempre tive dúvidas para medir as quantidades. Nessa receita os ingredientes são medidos em xícaras, mas existem vários formatos de xícaras. Faz um tempo que comprei os medidores. Podem ser encontrados em qualquer loja de utilidades domésticas, como essas de R$ 1,99.
Ingredientes a postos lá fui eu, vem comigo:
Bata no liquidificador o leite com o leite de coco, os ovos e o açúcar. Coloque metade desse líquido em uma jarra. Na metade que sobrou no liquidificador acrescente metade da mandioca. Faça da mesma forma com a outra parte do líquido que a gente bateu primeiro. Passe tudo para uma tigela e misture a manteiga derretida. Eu uso o microondas para derreter direitinho.
Coloque tudo em uma forma de buraco no meio, untada só com manteiga. Leve ao forno por mais ou menos uma hora e meia. No meu forno ficou um pouco mais, sempre a 200 graus. Importante, não abra o forno antes de uma hora e quando desligar, não tire o forno imediatamente. Deixe o bolo esfriar um pouco junto com o forno. Eu faço isso pra não correr o risco de ter choque térmico e o bolo murchar.
Turma, esse bolo é delicioso.
Espero que gostem!!!
Bjsss

Bife Goiano

Bom dia turma. Esse bife, é rápido de fazer e muito saboroso. Eu não sei bem da onde surgiu essa receita, mas aqui em Goiás é muito comum. Pra fazer essa receita você vai precisar de bife de alcatra, farinha de trigo, ovos e farinha de rosca.
É tudo muito simples. O segredo é pegar o bife e bater, dos dois lados, com um batedor de carne, até ele ficar bem fininho. Tempera da forma que preferir. Depois de bater o bife, passe ele na farinha de trigo, em seguida passe ele no ovo batido e finalize passando na farinha de rosca. Frite em óleo bem quente, até ficar dourado. Eu não costumo fazer muita fritura em casa e quando faço opto por óleos mais saudáveis como o de canola e nunca reutilize o óleo. Esse bife vai muito bem na comida do dia-a-dia, com arroz, salada e feijão.
Bjss

quinta-feira, 3 de março de 2011

Strogonoff para Sempre!!!


Há muito tempo que o strogonoff faz parte da culinária brasileira. Existem inúmeras histórias para seu surgimento e a versão mais difundida conta que o prato surgiu em uma cidade próxima a São Petersburgo, uma cidade Russa que fica às margens de um rio, na entrada do Golfo da Finlândia e do Mar Báltico.
O prato ganhou esse nome pois em uma noite, a baronesa Nikolie Stroganov serviu, cuja família nobre dava muitos jantares, serviu essa mistura de cebolas, cogumelos e carne bovina cortada em tiras, flambado com vodca e engrossado com polpa de tomates. A receita ganhou o nome da criadora e foi amplamente difundida pelo mundo, ganhando várias versões.
Essa versão que eu vou dar a receita minha avó fazia em casa, regularmente. A única diferença é que incorporei uma nova forma de fazer a cebola que aprendi no livro Enciclopédia da Gastronomia Francesa. Ganhei esse livro do meu cunhado Alexandre no amigo secreto do fim do ano. Desde então tenho estudado bastante as técnicas propostas. O livro é maravilhoso.

Strogonoff de Filé Mignon

* Ingredientes
300 g de filé mignon limpo cortado em tirinhas
200 g de cogumelo-de-paris
1 cebolá média
2 dentes de alho
1 colher de sopa de polpa de tomate
1 colher de catchup
1 colher de molho inglês
1 colher de conhaque
200 ml de nata
azeite de oliva
sal e pimenta do reino à gosto

* Modo de fazer

Cebolas no vapor à francesa

Pegue uma panela, não muito funda e acrescente uma colher de sopa de azeite. Esquente. Divida a carne em três partes e vai assim fritando as partes, uma de cada vez, somente para selar a carne. Se colocar toda a carne de uma vez, junta água e ela fica dura. Isso vale para outros pratos. Vai selando a carne e colocando em um refratário à parte. Quando terminar de selar toda a carne, reserve.
Abaixe o fogo, na menor chama que tiver no fogão, coloque a cebola bem picadinha e por cima uma folha de papel manteiga. Corte o papel no formato da panela. Essa técnica de cozimento, na gastronomia francesa, se chama "estufar". Pode ser adotada também para legumes. Dessa forma a cebola perde sua água, mas continua crocante. Deixe a cebola assim por uns 4 minutos.
Em seguida acrescente o alho e misture por mais um minutinho.
Em seguida junte o cogumelo, a carne e todos os outros ingredientes, deixando a nata por último. Quando
colocar a nata, deixe reduzir e engrossar o caldo. Sirva em seguida. Você pode usar extrato de tomate, mas usei uma colher de molho natural que eu mesma fiz essa semana. Fica mais gostoso.
Eu prefiro usar a nata porque ela é um pouco mais consistente e menos rala, como o creme de leite fresco. A função é a mesma.
Para companhar nada melhor que um arroz branco bem feitinho.

Agora, mão na massa!!!

Bjsss